“Eu cansei de arrastar botão”
Por muito tempo, fui o cara do UX/UI que dominava variáveis e interações complexas no Figma. Quase montei um curso sobre isso. Mas a verdade é que, depois que a Inteligência Artificial chegou, ficar travado desenhando cada pixel de um botão antes de ver o código rodar virou perda de tempo.
Hoje, meu fluxo é AI First. O Figma virou meu rascunho, meu “canvas” básico para ajustes rápidos. Eu não quero passar horas e dias em um protótipo bonitinho que não funciona; eu quero entregar a solução na mão do usuário e ver o que acontece.
“Detector de Burocracia”
Minha cabeça funciona como um radar para processos lentos. Se eu vejo alguém anotando informação em papel, imprimindo só por costume ou simplesmente ignorando soluções simples, eu começo a questionar e logo quero resolver.
Eu não sou o programador tradicional, nunca fiz um curso ou faculdade da área, mas eu sei resolver e entregar, muitas vezes melhor do que alguém formado.
- —Eu saio da cadeira: Vou até o usuário, gravo áudio, observo o caos e entendo o fluxo real.
- —Uso a IA como alavanca: Traduzo a dor do usuário em lógica e uso a tecnologia para construir rápido.
- —Resolvo de fato: Posso entregar um app provisório, um estudo de caso real ou uma ferramenta completa. O que importa é que o problema pare de existir.
“Visão Panorâmica”
Com background em Publicidade e mídia, eu não olho só para o código. Olho para o negócio. Entendo que empresas grandes precisam de arquiteturas complexas, mas sei que pequenas e médias empresas precisam de agilidade e soluções que resolvam o “agora”.
Eu uso IA para aprender, desenvolver, aplicar e solucionar. Simples assim.